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quarta-feira, 18 de maio de 2016

Pessoas de bem boicotando o filme Aquarius. Faz sentido?

Pessoas de bem se organizando pra boicotar o filme Aquarius é tipo mobilizar veganos para que estes não comam carne. Os de bem só veriam Aquarius por engano. Os de bem vão ao cinema, no máximo, para ver um Avengers ali, um Leandro Hassum acolá, mas desde que com baldes gigantes de pipoca, muito refri e espiadelas regulares em seus celulares. E sem Ministério da Cultura, então, as pessoas de bem poderão dormir tranquilas: a existência de filmes como Aquarius será rara, um ato de resistência em si.

Foto:  EFE

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Ah, então manjas de filmes
de super-heróis?

Toda vez que um filme de super-heróis é lançado, quase como regra, duas linhas críticas opostas e maniqueístas surgem: uma que logo desdenha, levantando pontos como “história não é fiel ao HQ”, “nossa, Ryan Affleck não tem nada a ver com o personagem” ou “o Pedra Azul é todo digital, ficou ruim”; a outra, que eleva o filme a status de grande obra, “o mais denso até agora”, “o Ryan Affleck tá foda”, “esse sim é superior a tudo que já rolou”. E tem a Lanterna... que parece ser verde, não é mesmo?


segunda-feira, 9 de maio de 2016

Novo disco do Radiohead

Moon Shaped Pool, 9º disco do Radiohead, ganhou o mundo ontem. Elaboração, qualidade, minimalismo e arte estão lá. O rock não... mas, o que é rock mesmo? A galera sensível/conheço as obras do cineasta/tomo chá com biscoitinhos de quinoa vai achar maravilhoso. E realmente é, mas pra curtir naquela vibe “Moves like William Waack”. Já parte do restante dos seres vivos na Terra ligados à música continuarão com a impressão de que o Radiohead sofre de chatice extrema, maquiada de genialidade criativa. 



domingo, 8 de maio de 2016

SalaFlita na área, galera!

Título bem merda para 1º post, típico das chamadas de apresentador de tevê em programa com audiência despencando, quando decidem que é preciso ser mais "descontraidão". Porém, aqui audiência não é uma preocupação, ela nem existe. Por isso, a SalaFlita quer ser um espaço aberto para refletir e afligir, para falar de filme, de som, para rir de tudo e desprezar o próximo com muito carinho. Bem-vindos!